A área de cliente

Aberto a qualquer hora.

O que é feito para o consultório lê-se ali, e a sua aprovação dá-se ali, a partir do telemóvel, entre duas consultas.

Entrar na sua área

O que lá encontra

  • Esta semana

    Uma carta por semana de Matheus Moreira Serafim Clemente, que faz o trabalho: o que foi feito, o que está à sua espera, o que vem a seguir. Chega à sua área de cliente e, se o desejar, por e-mail. Os números que indica foram medidos, e o período a que se referem vem indicado com eles.

  • Para a sua assinatura

    Cada texto que leva o seu nome é-lhe mostrado tal como vai aparecer, onde vai aparecer, com o que mudou desde a versão anterior e a data em que será publicado. Aprova-o, ou devolve-o com uma nota: um só gesto, sobre o próprio texto.

    Quando um texto aguarda a sua aprovação, um e-mail dá-lhe conta disso, com a ligação e nada do conteúdo do texto: no máximo um por dia, nunca durante as suas horas de consulta nem durante uma ausência.

  • Uma nota

    Uma pergunta, um pedido, uma correção: basta uma frase. Matheus responde pessoalmente; no consultório, ninguém além de si a lê. A nota fecha-se quando tiver resposta, por escrito ou pelo trabalho feito, e o tempo que levou fica indicado.

  • Os serviços

    Para cada um: o que foi feito, o que vem a seguir e o que lhe é pedido, se for o caso. Só lá constam os serviços do seu consultório; um serviço em preparação é indicado como tal. Os números do próprio consultório — pedidos, primeiras respostas, orçamentos — lá estão, medidos e datados.

  • O consultório

    O que diz uma vez vale para todos os serviços: as pessoas e o que cada uma aprova, as línguas, o horário, as palavras a nunca usar. O mandato também lá está: o que se faz sem lhe perguntar, e o que lhe é sempre submetido.

    Uma ausência declara-se ali com um só gesto. Nada aparece então sob o seu nome, nada lhe é enviado, e as suas cartas aguardam o seu regresso.

  • Documentos

    O que nos vincula: o Standard na versão em vigor; o contrato de subscrição, o acordo de tratamento de dados e a lista de subcontratantes juntar-se-lhe-ão logo que a entidade operadora, em Tallinn (Estónia), esteja constituída. Cada carta enviada. E, a seu pedido, um dossiê: o que foi publicado sob um nome entre duas datas, legível sem nós.

O que está escrito fica escrito.

Por baixo de cada linha que dá conta de trabalho feito há uma entrada datada: o que foi feito, a que hora, por quem e quem o aprovou. A linha conduz até ela.

Uma entrada nunca é alterada depois de escrita, nem apagada enquanto durar a subscrição; a base de dados recusa à aplicação qualquer tentativa nesse sentido. Um erro corrige-se com uma nova entrada, e ambas continuam legíveis.

Nada ali recebe pontuação, posição ou cor que julgue: o que é feito, enviado e recebido aparece por ordem de data.

O conjunto pode ser exportado a qualquer momento, legível sem nós; se sair, vai consigo.

Vários médicos

Cada um tem o seu próprio acesso, lê na sua língua e aprova o que leva o seu nome; o que leva vários nomes aguarda por cada um deles. A receção regista ali os pedidos recebidos por telefone ou ao balcão.

Quando abre

No momento da assinatura, com os dados do consultório, o mandato e o que já aguarda a sua aprovação. O histórico completo fica disponível a partir da segunda semana.

Os dados do consultório

É assinado um acordo de tratamento de dados antes de o primeiro pedido chegar à Standard; o que lhe escrevem é guardado à parte, cifrado.

O que a área de cliente conserva, e quem mais tem acesso