Uma conversa, trinta minutos, e não é uma apresentação comercial. O Standard é publicado para ser lido antes disto, o que deixa duas tarefas à conversa: os factos de que a Standard precisa antes de poder dizer o que pode executar, e o valor.
O país, a profissão, e que atos o consultório pratica. Esses três decidem o que a Standard pode executar e até onde vai cada frente; nada a jusante fica resolvido antes deles.
Quem é a pessoa nomeada — quem aprova o que é publicado, e a quem chega uma entrega. Sem ela nada sai em nome de um consultório.
Que sistemas o consultório já usa e já paga. A frente Sistemas limita-se a esses, e é por isso que a pergunta vem antes e não depois.
O valor. Apurado de antemão e dito na conversa, nunca improvisado.
Tudo aquilo a que o Standard não respondeu.
Não há documento de proposta nem negociação de âmbito. O que fecha é uma cláusula: o Standard foi lido, e o consultório assina ou não.
Nada é cobrado antes de o site estar no ar, e as condições que regem o compromisso estão publicadas na página do preço em vez de serem acertadas aqui.
A Standard diz o que a Standard faz. O que toca à posição própria de um consultório pertence ao consultório e ao seu consultor, e isso vale numa conversa exatamente como por escrito.
Um endereço, lido pela pessoa que faria o trabalho. Nada do que está acima é necessário para o usar.
Identificação do prestadorA entidade de exploração está em constituição. Os seus dados de registo serão publicados na página jurídica aquando da constituição, antes de qualquer faturação.