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A sua presença online, mantida segundo um standard publicado.

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Referência

The Standard, version 1.1

matheus@standard.online

A Standard diz o que faz. Nada do que aqui é publicado constitui aconselhamento jurídico, contabilístico ou profissional, nem uma apreciação da situação de um cliente.

© 2026 Standard

Para onde isto vai

Esta página é sobre intenção, não sobre o que já está feito. Tudo o que se segue é o que o trabalho deve vir a ser, e nada aqui descreve o que existe hoje.

01Do registo a uma condição medida

Um registo diz o que foi feito. Não diz se a condição em que foi feito ainda se mantém um mês depois, e um site desalinha-se: acrescenta-se uma página numa língua e não na outra, alguém sai, uma ligação deixa de devolver o que devia.

A intenção é que cada cláusula passe a ser uma condição verificada em contínuo em vez de afirmada de tempos a tempos — para que «publicado em todas as línguas em que a clínica trabalha» seja confirmado a cada alteração, como se confirma um conjunto de testes.

02De documento a referência

Um standard contra o qual nunca se escreveu um registo é um documento. Um standard contra o qual o trabalho de vários consultórios foi registado começa a ser uma referência, porque as suas cláusulas passam a significar o mesmo para leitores diferentes.

A intenção é que os identificadores de cláusula ganhem esse peso — que duas pessoas possam citar uma cláusula sem terem de a explicar.

03O que não vai mudar

O registo continuará a dizer o que aconteceu em vez de o julgar. Não terá nota nem classificação, e não dirá a uma clínica quais são as suas próprias obrigações.

Essa contenção não é prudência jurídica. Um registo que emitisse veredictos seria menos útil a quem o lê, porque aquilo sobre que se pode agir é a ação, a hora e a alteração — e aquilo sobre que não se pode agir é a opinião de terceiros sobre a própria situação.